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No documento, a defesa requer o impedimento dos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin para julgar a denúncia. Os advogados também pedem a rejeição da denúncia por falta de provas e defendem a anulação da delação de Cid.
Os advogados ainda criticaram a prisão do ex-assessor de Bolsonaro durante a investigação. No ano passado, Martins ficou preso por seis meses sob a acusação de ir para os Estados Unidos, em dezembro de 2022, antes dos atos golpistas de 8 de janeiro.
Defesa quer Pacheco, Moraes e Aras como testemunhas. Os advogados pediram para que o ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), o ministro do STF, Alexandre de Moraes, e o ex-procurador-geral da República, Augusto Aras, testemunhem no processo.
*Com informações de Agência Brasil

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