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O “fakenismo” baseia-se nos conceitos do “mito” do movimento. Sobre a prole, Bolsonaro disse: “Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio mulher”. Sobre violência sexual, declarou que uma deputada “não merece ser estuprada” por ser “feia”. Irritado com uma repórter, afirmou que ela queria “dar um furo a qualquer preço”. A pretexto de condenar o turismo LGBT no Brasil, disse: “Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade”.
Antigamente, a imbecilidade era mais silenciosa. O ruído, a ênfase, o gesto, o punho cerrado dos bolsonaristas em defesa da causa das mulheres revela que os idiotas tornaram-se orgulhosos.

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