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Mas, repleta de desinformação e ataques contra a democracia no Brasil, a entrevista com Eduardo Bolsonaro ganhou um tom de uma “suposta” resistência ao comparar a situação política nacional à crise na Venezuela. Omitindo informações sobre as investidas contra as instituições feitas por bolsonaristas, o grupo se dedicou a mostrar o que julgam ser “injustiças” por parte do STF.
Num certo momento, uma postagem do jornalista Rodrigo Constantino foi lida para Eduardo Bolsonaro.
“Acho que Eduardo fez o certo ao ficar nos EUA e acho que seu pai deveria buscar abrigo na embaixada americana. É uma DITADURA. Fazer política normal é aceitar a falsa premissa de que há qualquer espaço para normalidade hoje. Não há. E toda resistência precisa de exilados”, escreveu o jornalista aliado ao bolsonarismo.
O deputado Nikolas Ferreira foi às redes sociais repostar a mensagem de Constantino, sugerindo o asilo na embaixada dos EUA.
“Me lembro que na campanha eu dizia o seguinte: se a gente perder é triste, mas se o Bolsonaro perder é uma tragédia. A situação no Brasil é anormal e tirânica. Que Deus nos guie e nos fortaleça. Força, @BolsonaroSP”, escreveu o deputado mineiro.
Procurado, o governo Trump se recusou a comentar a situação de Eduardo Bolsonaro e silenciou ao ser questionado sobre a avaliação que fazia do caso do deputado licenciado.
Por meio da assessoria de Imprensa da Embaixada dos Estados Unidos, Washington se limitou a dizer que, “por política do governo dos Estados Unidos, não comentamos sobre casos individuais de visto”.

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