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Apoiado com vigor pela direita bolsonarista e combatido energicamente pelas legendas de esquerda, o perdão para os envolvidos no 8 de janeiro está nas mãos do centrão. Fiel da balança, o blocão oscila entre os cofres do governo Lula e a articulação de uma opção conservadora para 2026.
Bolsonaro guerreia pela anistia em benefício próprio. Para prevalecer no Congresso, terá que superar a dificuldade para convencer antigos aliados de que a mobilização pró-anistia pode ser politicamente rentável também para o centrão.

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