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A falsa imunização emoldurou uma Presidência aloprada. Em 2020, no auge da pandemia, Bolsonaro implicou com vacinas, receitou cloroquina e desrespeitou regras sanitárias. A irresponsabilidade cresceu junto com o número de cadáveres. Disse “e daí?”, “não sou coveiro”. Afirmou que o brasileiro precisava ser estudado, porque “se joga no esgoto e não pega nada”. Chamou de “maricas” os que recearam o vírus. Nesse contexto é ultrajante notar que a Procuradoria tratou a fraude da vacina como uma espécie de crime de bagatela, coisa insignificante. Gonet teve uma recaída de Aras.

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