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O deputado encontrou-se com diversos parlamentares trumpistas tentando convencê-los de que Bolsonaro é vítima de perseguição política. A julgar pelo mensagem publicada nas redes sociais, Trump agora compartilha publicamente dessa visão.
“Na ausência do pai, Eduardo agora se consolidou para representá-lo na chapa presidencial”, diz uma fonte próxima. Outra possibilidade é a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.
Eduardo Bolsonaro tenta ser candidato à presidência, mas sua pontuação nas pesquisas é menor que a de Michelle ou de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo. Ele também poderia ocupar a vice de Tarcísio, que tem apoio do centrão e do empresariado.
Segundo apurou a coluna, a chapa mais temida no Palácio do Planalto hoje é do governador de São Paulo, com Michelle como vice. A ex-primeira-dama teria a vantagem de ser mulher, evangélica e com menores índices de rejeição.
Michelle, no entanto, não se dá bem com os filhos e, na família, a preferência é que ela concorra a uma vaga ao Senado.
MORAES
Fontes da defesa de Bolsonaro não acreditam que o posicionamento de Trump vai ter impacto no processo que o ex-presidente responde por tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal (STF) e que já está em fase de alegações finais.
Mas existe uma avaliação na direita e no meio jurídico de que a fala do presidente americano pode ser um ato preparatório para sanções graves contra o ministro Alexandre de Moraes como a adoção da Lei Magnitsky.
Essa legislação congela bens e ativos no país de indivíduos envolvidos em escândalos de corrupção ou violação de direitos humanos.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, já chegou a afirmar que “era grande a possibilidade” do governo americano utilizar a lei Magnitsky contra o ministro, mas isso ainda não ocorreu.
Em publicação nas redes sociais, Eduardo agradeceu a Trump e afirmou “esta não será a única novidade vinda dos EUA neste próximo tempo”.
A pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), Moraes determinou a abertura de um inquérito contra o deputado por coação no curso do processo, obstrução de investigação e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito.

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