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Fernando Haddad e sua equipe estimam que os mimos tributários e fiscais concedidos a certos setores econômicos com muita voz no Congresso custam mais de R$ 800 bilhões. Cortar 10% disso é como arrancar um fiapo do rabo de um elefante. Um escárnio.
A construção simultânea da décima economia e da sociedade mais desigual do planeta não é obra do acaso. É um processo de pilhagem que transforma “justiça social” e “justiça tributária” em duas daquelas expressões de palanque que nunca passam da retórica para a prática.

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