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O presidente condena os efeitos do protecionismo adotado por grandes potências. Segundo Lula, tarifas unilaterais “ameaçam o sistema multilateral de comércio”, “afundam a economia global” e tornam insustentável a busca por desenvolvimento.
Nos dois textos, Lula denuncia o esvaziamento de instituições multilaterais e a perda de credibilidade da ONU, da OMC. Ele afirma que os países ricos não cumpriram as promessas feitas em conferências como a COP15 e denuncia que a ajuda climática prometida em Copenhague em 2009 nunca foi entregue.
Lula aponta que, enquanto os 1% mais ricos acumularam US$ 33,9 trilhões nos últimos 10 anos, mais de 700 milhões de pessoas ainda vivem sem acesso à água, energia e alimentos. Ele também faz uma crítica direta às políticas de austeridade, que, segundo ele, minaram a capacidade dos Estados de proteger os mais pobres e alimentaram o crescimento de movimentos extremistas.
O presidente lembra que o Brasil ocupa posições de liderança global em 2025, com a presidência do G20, do Brics e da COP30. Segundo Lula, a atuação do país nesses fóruns é uma tentativa de “reconstruir o multilateralismo com bases mais justas e inclusivas”. Ele defende a diplomacia como única saída para conter a desigualdade, a crise climática e os conflitos armados.

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