Edifício Copan: histórias que sempre voltam

Ícone arquitetônico de São Paulo, o edifício Copan guarda muitas histórias que ocasionalmente voltam à tona. Uma delas foi o centenário do arquiteto Carlos Lemos na semana passada, conforme lembrou Raul Juste Lores em sua coluna no UOL.

Prodígio que foi escolhido, aos 25 anos e recém-formado, como braço-direito do gigante Oscar Niemeyer em seu escritório de São Paulo, Lemos foi quem executou e completou o Copan quando seu mestre passou a se dedicar exclusivamente a projetar Brasília.

Hoje, aos 100 anos, Carlos Lemos está ativo e acaba de lançar um livro sobre a capital paulista, “Cidade Sem Vestígios”.

“Não há outro paulistano com uma carreira tão longeva em defender nossa memória, com estudo e preocupação. Numa cidade de ativistas com interesses unicamente partidários ou imobiliários, Lemos é preservacionista-raiz”, escreveu Juste Lores.

Leia a coluna completa no UOL.

Outra novidade da semana em relação ao edifício foi a notícia de que o Copan voltará a ter seu cinema, de acordo com a coluna “Andanças na Metrópole”, de Vicente Vilardaga, na Folha de S.Paulo.

O cinema do Copan está há 40 anos sem funcionar e precisará de uma reforma completa.

Mas seu síndico Affonso Prazeres adiantou que vêm sendo realizadas reuniões com os novos donos (cujos nomes não foram revelados) e que a reinauguração para o público poderá ocorrer dentro de dois anos.

Leia mais na coluna “Andanças na Metrópole”, na Folha.

Lei “Cidade Limpa”

Uma Times Square em SP?

Vista aérea da Times Square, em NY
Vista aérea da Times Square, em NY Imagem: stu99/Getty Images

Outro colunista do UOL, Marco Antonio Sabino, divagou sobre a possibilidade de alterações na lei “Cidade Limpa” permitir a existência de uma Times Square paulistana, se referindo à localidade cheia de luminosos, telão e neon no coração de Nova York.

“A ‘Cidade Limpa’ é um patrimônio de São Paulo. Basta viajar pelo Brasil, ou apenas atravessar nosso limite de município, para ver como a cidade fica mais bonita com ela. Sobre isso não há dúvida. Ninguém discute. A questão aqui é: queremos acabar com os benefícios que ela trouxe? A resposta é não! Mas então queremos ter nossa Times Square? Depende”, escreveu Sabino.

O colunista destaca que a própria lei em vigor já permite modificações e autorizações especiais e cita alguns exemplos, como o do luminoso do Morumbis, o rebatizado estádio do São Paulo Futebol Clube.

Sabino revela que já há planos da prefeitura para criar uma Times Square paulistana na lendária esquina da São João com a Ipiranga, no centro da cidade, estendendo-se a outras ruas próximas.

“A nossa Times Square seria um local instagramável da cidade. Brega para alguns, cosmopolita para outros. Negócio da China para todos, se forem criadas regras adequadas”, disse o colunista.

Leia a coluna completa no UOL.

O rock me ensinou a resistir, a pensar fora da caixa, a não baixar a cabeça. Ele me deu coragem para ser quem eu sou, na cozinha, na música, na vida.

Henrique Fogaça, Chef e jurado do programa Masterchef, sobre sua carreira paralela de vocalista da banda de rock hardcore Oitão, na Folha de S.Paulo

Gastronomia

Picadinhos certeiros

Imagem: Divulgação

Na newsletter de destaques gastronômicos da cidade do UOL Bares e Restaurantes, quatro dicas de ótimas versões do clássico picadinho de carne.

O prato nasceu noturno graças à antiga boemia paulistana.

“É um prato que nasceu da boemia. Era consumido por artistas, políticos e intelectuais nas baladas e madrugadas”, conta Janaína Torres, renomada chef do Bar da Dona Onça, no qual o picadinho foi a primeira receita a ganhar fama, ao lado da rabada.

Os picadinhos citados pelo texto são:

  • do Astor, na Vila Madalena (zona oeste);
  • do Bar da Dona Onça, no centro;
  • do Ritz, no Jardim Paulista (zona oeste);
  • do Tordesilhas, nos Jardins (zona oeste).

Leia mais detalhes sobre esses picadinhos no UOL.

Fonte


Publicado

em

por

Tags:

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *