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A tentativa de Bolsonaro de escapar de fininho do tiroteio esbarra nos fatos. Logo que Trump disparou a tarifa de 50% contra o Brasil, Eduardo imprimiu suas digitais no cabo da arma. Subscreveu, envaidecido, postagem realçando o “intenso diálogo” que mantinha com o governo americano.
O filho do futuro presidiário anotou que a carta enviada a Lula, na qual Trump condiciona a suspensão do tarifaço à interrupção do processo contra Bolsonaro, “confirma o sucesso na transmissão daquilo que viemos apresentando com seriedade e responsabilidade.”
Declarando-se “apaixonado” por Trump, Bolsonaro faz pose de negociador: “Me deem o passaporte de volta, que eu converso com ele”. A oferta soa mais como tentativa de fuga de um quase-presidiário do que como solução.

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