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Adaptado para os tempos de tornozeleira, o slogan do bolsonarismo ficou assim: “Anistia acima de tudo, Trump acima de todos.” A velha tríade que o integralismo nacional importou do fascismo europeu —Deus, pátria e família— ganhou novos sentidos.
Deus é um imperador laranja chocado com a “caça às bruxas”. A pátria deslocou-se para o Norte. E a família Bolsonaro, a única que importa, virou célula-mártir de uma conspiração antipatriótica desde que Eduardo escolheu os Estados Unidos como terra mortal.
Mantidos o mandato e o salário do conspirador, o contribuinte brasileiro entra nesse enredo no papel idiota involuntário.

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