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A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, reagiu à aplicação da Lei Magnitsky por Donald Trump contra o ministro Alexandre de Moraes. Para ela, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, é quem deveria receber essa sanção.
O que aconteceu
Gleisi Hoffmann criticou Donald Trump por sanção contra Alexandre de Moraes. A ex-presidente do PT afirmou que o presidente dos EUA quer “agir como dono do mundo” e posar como defensor dos direitos humanos, mas acoberta o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que, para Gleisi, é responsável por “genocídio” e “ataques aos direitos humanos”.
Nenhum país tem o direito de agir como dono do mundo, mas se Trump quisesse mesmo punir o terrorismo, o genocídio e os ataques aos direitos humanos, devia usar a Lei Magnitisky contra seu parceiro Netanyahu, pelo massacre desumano em Gaza. Aqui no Brasil, o ministro Alexandre de?
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) July 31, 2025
Deputada disse que se Trump “quisesse mesmo punir o terrorismo” deveria mirar Netanyahu. Segundo ela, a Lei Magnitsky deveria ser usada contra Israel pelo conflito no Oriente Médio, que ela considera um “massacre desumano em Gaza”.
Ela também defendeu a atuação do STF no caso Bolsonaro. Gleisi reforçou que há o devido processo legal e que os réus tiveram direito de defesa. “É assim que funciona a Justiça”, falou Gleisi na rede social X (antigo Twitter). “Algo que nem Trump nem Bolsonaro querem aceitar, porque a extrema direita não convive com a democracia.”
Aqui no Brasil, o ministro Alexandre de Moraes é relator de uma ação penal contra Jair Bolsonaro, que tramou um golpe de estado para implantar a ditadura. O STF atua rigorosamente no devido processo legal: os réus tiveram garantia do contraditório e direito de defesa, que entra agora na fase de alegações finais antes do julgamento.
Gleisi Hoffmann, ministra das Relações Institucionais do governo Lula

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