No PA, Michelle sobe tom em críticas contra Lula: 'Cachaceiro sem vergonha'

Ex-primeira-dama disse que estão “perseguindo” as liberdades. Ao defender um maior posicionamento, ela lamentou os ataques a apoiadores de Bolsonaro. “Nós estamos passando por uma perseguição da nossa liberdade de expressão e da nossa liberdade religiosa”, disse.

Michelle também direcionou parte das críticas à Suprema Corte. Em uma parte do discurso, Michele ressaltou a mudança de posição do PT (Partido dos Trabalhadores), que era contra a indicação de Alexandre de Moraes para uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal) pelo ex-presidente Michel Temer. “Hoje eles veem como um aliado”, afirmou.

Aliados queriam Michelle na Paulista

Decisão de participar do ato em Belém irritou aliados bolsonaristas. Parte do entorno do ex-presidente reclamou da falta de decisão de Michelle, que é uma das possíveis herdeiras do espólio político de Bolsonaro. Para eles, ela deveria marcar presença na avenida Paulista, considerada o ápice dos atos.

Atitude de Michelle causou estranheza. Houve quem usasse as palavras “teimosia” e “birra” para definir o comportamento dela. Teve também quem a defendeu, dizendo que o importante é participar de ao menos um ato.

Assessoria de Michelle enviou nota justificando a decisão. O primeiro argumento é que desta vez haverá manifestações em todos os estados. O texto acrescenta que a ex-primeira-dama já tinha compromisso em Marabá (PA), onde participou de um evento do PL Mulher, e resolveu marcar presença no ato de Belém.

Nota cita ainda que outras lideranças do PL estarão na avenida Paulista. O nome mais expressivo é Nikolas Ferreira (PL-MG). O deputado participa do protesto em Belo Horizonte pela manhã e voa para São Paulo na sequência.

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