Preço do cacau sobe em Nova York após recuo na moagem

O cacau abriu o primeiro pregão da semana na bolsa de Nova York com preços em alta após dados negativos de processamento no maior produtor de amêndoas do mundo, a Costa do Marfim. Os papéis futuros para dezembro fecharam em elevação de 1,30% nesta segunda-feira (29/9), para US$ 6.998 mil a tonelada.

Dados da associação dos exportadores de cacau da Costa do Marfim (Gepex) mostram que o processamento da amêndoa registrou queda de 36,2% em agosto na comparação com o mesmo período do ano passado, somando 39,2 mil toneladas.

Desde o início da temporada 2024/25, em outubro, a moagem de amêndoas no país atingiu 554,43 mil toneladas, redução de 7,3% se comparado com o processamento do acumulado da safra anterior.

Apesar da elevação nesta segunda-feira, os preços do cacau estão em um canal de baixa em Nova York, diante das persectivas positivas com a safra de cacau na Costa do Marfim para a temporada 2025/26.

Café

O preço do café cedeu em Nova York, depois de uma alta de quase 2% na última sessão. Os lotes do arábica para dezembro tiveram queda de 1,55%, cotados a US$ 3,7220 por libra-peso.

Açúcar

O dia foi de alta para o preço do açúcar demerara em Nova York. O contrato com vencimento em março de 2026 registrou valorização de 0,43%, para 16,45 centavos de dólar por libra-peso.

Suco de laranja

Os preços do suco de laranja na bolsa de Nova York caíram na sessão desta segunda. O contrato com vencimento em novembro teve baixa de 1,27%, para US$ 2,3770 por libra-peso.

Algodão

Nos negócios do algodão em Nova York, o contrato com entrega para dezembro fechou em queda de 1,36%, para 65,50 centavos de dólar por libra-peso.

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