O cacau fechou a sessão na bolsa de Nova York com preços em forte queda, reagindo às expectativas com a safra no oeste da África, que responde por cerca de 70% da oferta mundial. Os lotes da amêndoa com entrega para março de 2026 registraram baixa de 4,39% nesta terça-feira (11/11), para US$ 5.929 a tonelada, menor valor em um mês.
De acordo com análise do site Barchart, os preços do cacau recuaram em meio às expectativas de uma safra recorde no oeste africano.
“Relatos de produtores de cacau da Costa do Marfim indicam que os cacaueiros estão se desenvolvendo bem e que o clima seco recente contribuiu para a secagem das vagens colhidas. Em Gana, os produtores afirmam que o clima favorável está permitindo o rápido desenvolvimento das vagens”, destacou a publicação.
Além do momento favorável no quesito oferta, analistas ponderam que a demanda por cacau está em baixa, uma vez que as cotações ainda estão em patamares elevados, mesmo após atingir um recorde de US$ 12.565 a tonelada em dezembro do ano passado.
Café
O café seguiu com preços em alta, conforme persistem as incertezas com a oferta do grão. Os futuros que vencem em março subiram 1,56%, cotados a US$ 3,9930 a libra-peso.
Suco de laranja
O suco de laranja congelado e concentrado (FCOJ, na sigla em inglês) segue com forte oscilação na bolsa de Nova York. Depois de uma alta de quase 6% na véspera, os papéis com entrega em janeiro registraram baixa de 2,81%, negociados a US$ 1,7660 a libra-peso.
Açúcar
O açúcar demerara registrou leve alta na sessão. Os papéis com entrega para março subiram 0,35%, cotados a 14,25 centavos de dólar a libra-peso.
Algodão
Os papéis de algodão com entrega para março do ano que vem fecharam o pregão em queda de 0,59%, negociados a 65,38 centavos de dólar a libra-peso.

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