Preço do café cai em Nova York com clima favorável para lavouras no Brasil

A previsão de clima mais chuvoso em áreas de café arábica no Brasil deu o tom negativo para as cotações na bolsa de Nova York. Nesta terça-feira (16/12), os lotes com vencimento em março do ano que vem fecharam em queda de 2,28%, para um valor de US$ 3,5210 a libra-peso.

O começo da semana é marcado por chuvas em zonas cafeeiras do Brasil, maior produtor de café arábica do mundo, cenário de clima que tranquiliza os investidores quando o assunto é a oferta da safra 2026/27.

Além disso, os mapas indicam chance de novas precipitações devido ao avanço de uma frente fria pelo Sudeste.

“O sistema vai canalizar a umidade e organizar as instabilidades sobre a região no decorrer da semana. Com isso, estão previstas chuvas mais intensas e persistentes sobre as áreas produtoras de café entre São Paulo e Minas Gerais. Algumas localidades do Cerrado mineiro podem receber mais de 120 mm até a próxima semana”, escreveu, em boletim, Eduardo Carvalhaes, analista especializado no mercado de café.

O preço do cacau subiu na bolsa de Nova York diante de um ajuste técnico, depois de um recuo de 6,42% na véspera. Os papéis com vencimento em março avançaram 2,08%, para US$ 5.998 a tonelada.

Os preços do açúcar demerara caíram em Nova York. Os contratos mais negociados da commodity, com entrega para março, fecharam a 14,82 centavos de dólar a libra-peso, recuo de 0,87%.

Os contratos do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) com vencimento em janeiro subiram 1,11% em Nova York, cotados a US$ 1,6615 a libra-peso.

Por fim, nas negociações do algodão, os contratos para março encerraram o pregão em queda de 1,31%, a 63,10 centavos de dólar a libra-peso.

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