Brasileiro transformou 32 garrafas PET em uma mala e criou negócio que faturou R$ 250 mil por mês durante a pandemia

Uma empresa de Guarulhos (SP) conseguiu transformar um problema ambiental em uma oportunidade de negócios ao fabricar malas, mochilas e bolsas sustentáveis utilizando plástico reciclado.

A marca chegou a faturar cerca de R$ 250 mil por mês durante a pandemia, conquistou uma parceria com o Time Brasil e passou a mirar mercados internacionais.

A iniciativa mostra como inovação, sustentabilidade e personalização podem criar produtos de alto valor agregado.

Como uma oficina de conserto virou uma fabricante de malas sustentáveis?

Antes de produzir sua própria linha de bagagens, a empresa atuava há mais de uma década no conserto de malas utilizadas por passageiros de companhias aéreas.

Com a queda das viagens durante a pandemia, os sócios aceleraram um projeto que já estava em desenvolvimento.

A aposta em chapas produzidas com plástico PET reciclado deu origem a uma nova linha de produtos sustentáveis, abrindo espaço para um modelo de negócio completamente diferente.

Confira no vídeo abaixo do canal do Youtube “Mídia” todo o processo de fabricação das malas sustentáveis.

Quantas garrafas PET são reaproveitadas em cada um das malas sustentáveis?

Cada mala de bordo utiliza o equivalente a 32 garrafas PET de dois litros, enquanto mochilas e bolsas também incorporam dezenas de embalagens recicladas em sua fabricação.

Esse reaproveitamento gera benefícios importantes, como:

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Sustentabilidade

♻️ Quantas garrafas PET são reaproveitadas em cada mala sustentável?

Cada mala de bordo é produzida com o equivalente a 32 garrafas PET de 2 litros recicladas, transformando resíduos plásticos em um produto de alto valor agregado e reduzindo o impacto ambiental.

🧴

32 garrafas PET por mala

O plástico descartado ganha uma nova utilidade ao ser transformado na estrutura das malas, evitando que parte desse material tenha como destino aterros ou o meio ambiente.

🌎 Benefícios ambientais da iniciativa

Redução do consumo de plástico virgem, diminuindo a necessidade de produzir novas resinas plásticas.
♻️ Reaproveitamento de resíduos recicláveis, dando uma nova vida às garrafas PET descartadas.
🧳 Produção de bagagens mais sustentáveis, sem abrir mão da resistência e da durabilidade.
🌱 Incentivo à economia circular, mantendo materiais recicláveis em uso por muito mais tempo.

🌍 Um exemplo de como inovação e reciclagem podem transformar lixo plástico em produtos de alto valor para o consumidor.

Embora componentes como rodinhas, zíperes e puxadores sejam produzidos com outros materiais, boa parte da estrutura recebe plástico pós-consumo.

O crescimento ganhou força quando a empresa passou a integrar a linha oficial de produtos licenciados do Time Brasil, lançada durante o ciclo olímpico de Tóquio.

A parceria aumentou a visibilidade da marca e fortaleceu sua imagem no mercado, associando as malas sustentáveis aos valores de inovação, esporte e responsabilidade ambiental.

Brasileiro transformou 32 garrafas PET em uma mala e criou negócio que faturou R$ 250 mil por mês durante a pandemia
Brasileiro transformou 32 garrafas PET em uma mala e criou negócio que faturou R$ 250 mil por mês durante a pandemia (Imagem Ilustrativa)

Empresas descobriram um novo uso para essas malas

Além das vendas para consumidores, as malas passaram a ser utilizadas como ferramenta de marketing corporativo. Grandes empresas passaram a encomendar modelos personalizados para eventos, ações promocionais e brindes.

Essa estratégia ampliou o mercado da fabricante, que deixou de disputar apenas espaço nas lojas de bagagens e passou a atender o segmento corporativo, onde produtos personalizados oferecem maior valor agregado.

O mercado internacional virou o próximo objetivo

Após consolidar sua presença no Brasil, a empresa passou a mirar exportações para a Europa e os Estados Unidos, onde a procura por produtos sustentáveis é cada vez maior.

O desafio agora envolve ampliar a produção, atender padrões internacionais de qualidade e comprovar a origem reciclada dos materiais, fatores considerados essenciais para competir nos mercados externos.



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