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Antes disso, Motta buscou reservadamente alguns caciques, entre eles o presidente do MDB, Baleia Rossi, em busca de uma unidade — o PL, porém, foi excluído da romaria do comandante da Câmara.
No almoço com Motta, líderes do centrão se definiram como um “ponto de equilíbrio” e uma rota de fuga à polarização entre o PT e o PL mesmo após terem saído menores na eleição deste ano. Além disso, houve uma discussão sobre o melhor momento para formalizar a adesão à reeleição de Motta — se antes ou depois do segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.
A maioria entendeu que a posição antecipada serviria como um recado de que, independentemente de quem seja o próximo presidente da República, ele terá de sentar à mesa de negociação com o centrão — e, claro, ceder espaços de poder.
Houve, ainda, reclamações ao veto anunciado por aliados de Flávio a Hugo Motta. Um dos participantes do almoço afirmou ao UOL que não se governa “com a chibata na mão” e que “não se senta para negociar quando há um veto”.
A posição difere da postura nacional do centrão, que, apesar de ter integrado o governo Lula, majoritariamente decidiu apoiar o senador Flávio Bolsonaro no segundo turno.

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